Lamas Brew Club

o Clube para cervejeiros caseiros Veja mais »

Lamas Brew Tool

O APP do Cervejeiro Caseiro Veja mais »

Fichários Lamas

Suas receitas, bem guardadas Veja mais »

maltes The Swaen

A alma que sua cerveja precisava Veja mais »

Lúpulo Na Veia

Primeiro Kit Single Hop do Brasil, experimente.... Veja mais »

 

Category Archives: Bares

A Missa – Extraordinária – Bar do Italiano

___________

ATUALIZADO EM 19/08 : Tem uma matéria muito bacana no Brejas, sobre nós. Ela resume bem o que somos e fala também de nossas Cervejas. Muito legal estar no Brejas!!!
http://www.brejas.com.br/blog/19-08-2009/lama-cerveja-3033/

___________

Pois é pessoal, essa missa foi especial, não deu nem tempo de avisar a todos. Plena terça feira e nós lá na nossa catedral, o Bar do Italiano em Campinas. Pq? Para brindar as avaliações feita pelo Brejas das nossas cervejas. Ficamos tão felizes que esse dia não podeira passar em branco. Pela receptividade delas em outras degustações já desconfiávamos que tinhamos acertado a mão, mas não esperávamos comentários tão bacanas e positivos vindo do Brejas. A Lama Revolution 32, levou 4.2 de nota. A Porcaria 4.1. A Lavoro 3.9 e a Mud 3.6. As Avaliações podem ser vistas clicando nos links abaixos:

Avaliação da Lama Revolution 32
Avaliação da Lama Porcaria
Avaliação da Lama Lavoro
Avaliação da Lama Mud

Para nós dos Lamas, isso simplesmente é sensacional e mostra que nossa cerveja esta no caminho certo. E qual o segredo? Simples, é uma cerveja feito para amigos…que gostam de boa cerveja. So esperámos continuar assim e que nossas Lamas continuem agradando nossos amigos, pq ela é feita para isso!!!

E mais, o Italiano quer ser um parceiro da Acerva Paulista nas Missas e divulgações de cervejas artesanais. 🙂

Chico e Amir degustando uma excelente belga a La Chouffe, uma blond Ale nota 1000, extremamente frutada lembrando o coentro que colocamos na Lavoro

Palm, outra belga. Um pale ale com forte aroma de malte. Muito gostosa.

Curso de Análise Sensorial com Cilene Saorin

No último sábado fizemos o curso de Análise Sensorial da Cilene Saorin. Só de ver o curriculum dela da pra perceber que cada centavo do curso foi muito bem empregado. O curso durou o dia todo, e foi no Bar do Italiano, aqui em Campinas. Só pelo fato de passar o dia inteiro no Italiano já animou a acordar bem cedo para ir para lá.
O curso foi muito proveitoso e vários “atributos” (bons e ruins) do processo cervejeiro foram abordados. Ficamos degustando cervejas onde 15 diferentes atributos de sabor e aroma eram exaltados. Pudemos identificar estes atributos que dão sabores e aromas desejáveis e os que não são desejáveis (off-flavours), e vários pontos que podemos aprimorar em nosso processo de fabricação da Lamas Bier, para acentuar certos aromas e minimizar outros, que sem dúvida vão melhor e muito a personalidade da cerveja. Fica a dica para os cervejeiros caseiros quando possível fazer esse curso com ela.

Cilene Saorin – Gestão Sensorial na Industria Cervejeira

Copos de prova com os atributos diluidos em uma cerveja “insossa”. Cada prova com um atributo diferente.

Porém, para nós, o grande ponto do dia foi sentar a mesa e beber um pouco e falar bastante com o pessoal do curso. Muitos deles nós só conhecíamos por email e pelas listas de cerveja que fazemos parte. A galera da Acerva Paulista, Acerva Carioca e o pessoal do Brejas são mais legais ao vivo que pelos emails. Foi um prazer conhecer essa turma, não tenho dúvida que serão figuras carimbadas em nossas Missas. O Mauricio é um cara muito bacana, e mostrou ser pessoalmente o que ele mostrou nos emails, uma pessoa acessível, simpática e sobre tudo: tem o espírito Lama de ser. Não só ele, como o resto da galera do Brejas, o Italiano (gente finíssima, é um verdadeiro lama de coração), Afonso e Priscila (da A Turma,velhos conhecidos nossos) e a Cilene.

Como somos muito caras de pau, e também, como estávamos em débito com o Mauricio do Brejas levamos nossas últimas “criações” para a mesa: a Mud, Porcaria e a Revolution 32. Para nossa grata surpresa, a avaliação foi super positiva e aceitação tb. Ficamos meio envergonhados de levar uma Lamas para a Cilene degustar, afinal ela era “o cara”, mas o Italiano encheu o copo e a serviu. E nos lá olhando ansiosos para ver qual a cara q ela iria fazer…. logo em seguida veio o comentário: “Muito boa e saborosa a cerveja, parabéns, vc´s estão mais que no caminho certo, só tenho uma sugestão, mudem o nome da cerveja…rsrsrs”. Para nós, vindo dela, os elogios não poderiam ter vindo em melhor hora… e pra variar o ego foi pra estratosfera. O Mauricio e o Italiano, que foram as pessoas fora do grupo que mais degustaram nossa cerveja, também endossaram, dizendo que disse que as cervejas estão bem saborosas!

A oportunidade de sentar a mesa com essas figuraças do mundo da cerveja e ter nossas cervejas degustadas por eles nos enche de orgulho, e não tem preço. Isso serve de incetivo para nós a continuar nesse apaixonante mundo

Ponto alto da noite, um mesa só com apreciadores de boa cerveja. No meio nossas Lamas. Da esquerda pra direita: Chico, David, Fabiana, Mauricio, Afonso, Priscila, Carlos Magno, Cilene, Alex (ou a testa dele 🙂 ), Ricardo , outro figuraça do Brejas e Elso.

A Missa – Bar do Italiano

Ontem a Lamas Bier debutou em um bar, e não poderia ser em lugar melhor, o Bar do Italiano. Haviamos combinando com o Maurício do Brejas, um expert em cervejas, de levar umas Lamas para ele degustar com o Italiano, mas por causa de uma confusão no meu email confudimos os dias. A degustação “oficial” será hoje, e estamos anciosos para ver os resultados. Mas uma prévia tivemos ontem com o Italiano, gente boníssima, que prometeu para nós que se tivesse ruim falaria.

Levamos 2 tipos: A Lama Porcaria e a Lama Mud . A primeira a ser aberta foi a Mud. O aroma dela agradou. O Italiano notou um leve gosto de manteiga ao final do gole. Esse gosto de manteiga é devido a diacetil. Pode ser por contaminação em algum etapa do processo ou pode ser do processo natural de fermentação (diacetil é um subproduto da fermentação, mas que feito corretamente é totalmente atenuado quebrando em outros subprodutos). Como fizemos um dryhopping fica a duvida agora de pode ter sido nessa etapa. Mas ele gostou da Mud e ficamos super felizes com os comentários.
Foi ai que partimos para a Porcaria. Elogiou o bela formação de creme, o aroma também e o corpo. Só foi elegios e nos claro com o ego la em cima nessa altura do campeonato. A sugestao foi acrescentar um pouco mais de lúpulo de amargor para dar um equilibrio maior com o adociacado dela (que devido aos 7% de alcool é bem notado). No fim, a prova que a Porcaria passou no dever de casa : se fosse em escala ele venderia facil no Bar.

Agora vamos aguardar os comentários do Mauricio. E partir para uma nova brassagem, a Lama Porcaria II 🙂 . Mas numa conclusão nós ja chegamos: O dedo do Comendador é fundamental!

Os Lamas reunidos: Amir, Davi, Rogerio, Chico e eu atrás da camera 🙂

Ai com a empolgação ja viram ne…partimos para a Urthell Hop-it. Fulles Golde Pride e a La Trappe Quadrupel

ATUALIZAÇÃO 10/08/2009: Mauricio degustou a Lamas Porcaria e gostou muito, achou bem floral e com amargor acentuado. Um boa cerveja. Também provou a Lamas Mud, seus comentários estão em http://laserzeppelin.blogspot.com/2009/08/missa-extraordinaria-sede-dos-lamas.html

As melhores geladas – Veja São Paulo

Confira aqui uma lista com dez bares que oferecem uma boa carta de cervejas pela Veja São Paulo.
Eles também oferecem um glossário

A Missa – Bar do Italiano

Os Lamas existem há uns 6/7 anos. A data precisa do início é uma incógnita. Uma coisa é certa, foram infinitos churrasco e Missas. Missas? Isso mesmo, como uma boa sociedade pdsedo-secreto que somos, uma vez por semana, geralmente às quintas feiras, nos reunimos para celebrar os mais diversos assuntos, sempre cercado de nosso cálice sagrado de cerveja. Os longo desses anos já oramos em diversos Templos e criamos outros tantos. Hoje os Lamas estão espalhados pelo planeta, e cada um , como um bom Lama, fazendo sua Missa. Até Missas virtuais já entraram na conta. Hojé fabricamos nosso próprio líquido sagrado (motivo desse blog), mas essa história é mais recente, e estamos rumo a auto-suficiência pronto para disseminar no mundo nosso precioso líquido 🙂 . Sobre o logo do Mamute enfiando o pé na jaca, fica para outro post, mas ele representa o espírito Lama.
Mas estou contando um pouco essa história para inaugurar uma nova sessão do nosso Blog. A Missa. Aqui, vamos mostrar um pouco dos Templos /Churrascos / seja lá o que for que os Lamas andam fazendo por ai, em cada ponto do mundo, celebrando, dentro outras coisas menos importante a mais importante delas, a CERVEJA.

Ontem, como de praxe, fomos orar um pouco. O local : Bar do Italiano em Campinas-SP. Esse bar esta seriamente cotado a se tornar um Templo para nós. Excelente bar, com uma carta de cervejas de dar inveja a qualquer um e muita alegria pro gerente das nossas contas. Sem contar que eles tem um cordeiro marinado com vinho (carbenet sauvignon) e cerveja (dunkel) que é de tirar o chapéu.

Chico e Amir fazendo cara de sério para sair na foto. E vários chopes eisenbahn na mesa.

Backer Pale Ale, cerveja de Belo Horizonte. Para nossa alegria as Pale Ales estão ficando mais comuns e mais imporatante, as brasileiras não ficam atrás das “gringas” não. Creme intenso no início mas nao fica até o fim. Amargor bem marcante. Aroma menos frutado que o Pale Ale da eisenbahn, mas isso não desmerece nem um pouco ela. Muito boa a cerveja.
Greene King IPA . Legitima IPA (india pale ale) inglesa. Pegamos uma inglesa “famosa” pra comparar com as outras que bebemos. A cor dourada é forte. O creme não é persistente (como da pra ver na foto). O aroma dela não é tão marcante, ao contrario das brasileiras e de outras IPA que já tomamos como as da Sierra Nevada. Amargor pronunciado. Mas nesse estágio ja não dava mais pra avaliar ela :). De modo geral : gostamos e beberíamos mais.

Participação especial da Cris.

Eu, chico e Cris