A forma e a língua para descrever nossa cerveja são várias , mas o que importa que esse blog faz parte da holding Lama. Ou seja um blog genuinamente LAMA. Os Lamas são uma confraria pseudo-secreta, formada por grandes amigos( físicos) que estão espalhados pelos 4 cantos do mundo, que entre outras coisas e prazeres dedicam-se também a fabricação de cerveja, a CERVEJA LAMA. Portanto, seja bem vindos e vamos às cervejas, à música e aos assuntos chatos como ciência...da cerveja, claro!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Notícias - OS MELHORES DE 2009

O grande Roberto Fonseca, do famoso site BOB,  está com uma série de entrevistas com diversas personalidades do mundo cervejeiro. Entre estas estão:

 Paulo Bettiol (Feijão) (Obiercervando),

Pedro Braga (Trinkt Mehr),

Alexandre Bazzo (Bamberg),

Ivan Guilherme Steinbach e o primo Diogo Züge (Concurso Mestre-cervejeiro da Eisenbahn, com a Joinville Porter),

Cilene Saorin,

Ricardo Amorim (Cerveja Só),

as meninas da FemAle Carioca,

Rodrigo Campos (Para que VoCerveja) e

Mauricio Beltramelli (Brejas

Vale a pena conferir!!!

http://blog.estadao.com.br/blog/bob/

Notícias - Cervejarias japonesas anunciam megafusão União entre a Kirin e Suntory resulta em gigante maior que a Coca-Cola

Os fabricantes japoneses de bebidas Kirin Holding e Suntory estão a ponto de levar a cabo uma fusão que resultará no nascimento de um gigante mundial, maior até que a americana Coca-Cola e a belgo-brasileira Anheuser-Busch InBev, segundo publicou o diário econômico Nikkei.


http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091225/not_imp486810,0.php

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

FELIZ NATAL e ÓTIMO ANO NOVO


Os Lamas desejam a todos um Feliz Natal e um Prospero Ano Novo....

Ótimas cervejas para todos!!!


Abraços


Lamas 

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Notícias - Charlie Papazian terá reveillon beergastronômico no Brasil

Charlie Papazian, Presidente da Associação Americana de Cervejas Artesanais e autor de vários títulos de sucesso no mundo, como o festejado "The New Complete Joy of Home Brewing”, elegeu o Brasil para um tour cultural e beergastronômico nesta passagem de ano.
O engenheiro nuclear, que se transformou em uma das figuras mais cult do cenário cervejeiro da atualidade, desembarca no Brasil no próximo dia 26/12 para uma agenda recheada de visitas, encontros e experiências com clássicos brasileiros.

Mais informações na página da Cervejaria Colorado em Notícias




domingo, 20 de dezembro de 2009

Missa - O Fim de ano dos Lamas

Nada melhor do que comemorar o fim de ano com os amigos, não é?!

Foi isso que fizemos nesta última quinta-feira no Bar Brejas , sede da Acerva Paulista. Neste dia havia mais de 20 pessoas comemorando com mais de 30 l de cerveja artesanal!
Tínhamos 15 l da Lama Zumbi, 15 l de um Witbier muito boa do Daniel no TAP e mais diversas garrafas da De Santi do Guilherme que também estavam deliciosas... Estávamos muito bem servidos esta noite.


A missa também foi uma oportunidade de revermos alguns dos lamas que estavam nos EUA e apareceram para comemorar o fim de ano no Brasil, além do Marcos da Colorado que apareceu por lá para dar um alô, o Paolo um cervejeiro artesanal italiano.





O pessoal ao lado da cerveja. Em cima da mesa o Keg com a Wit do Daniel e no chão o Keg com a Zumbi o isopor com as garrafas do Guilherme.




Maurício (Brejas), Maurício (Colorado), Marcos (Colorado), Paolo (Cervejeiro Italino) e Chico Paulo (Lamas).
Ao fundo a mesa com o pessoal comemorando.



Vista da galera no Bar Brejas


Que o próximo ano seja repleto de Missas....
Happy New Bier 2010 a todos!!!!!!

sábado, 19 de dezembro de 2009

Notícias - O descaso com o povo brasileiro

TENDÊNCIAS/DEBATES

www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1812200910.htm

*A cerveja: bebendo gato por lebre *

  ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE*

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"É inexplicável que sejam tão omissas as autoridades brasileiras quando se trata da bebida nacional mais popular e de maior consumo"

 

O BRASIL é o quarto maior produtor de cerveja, com pouco mais de 10 bilhões de litros por ano. A China é o maior de todos, com 35 bilhões, e os EUA são o segundo, com 24 bilhões. A Alemanha vem em terceiro, com uma produção apenas 5% maior que a brasileira.Segundo norma autorregulatória da indústria cervejeira alemã, a cerveja é composta única e exclusivamente por apenas três elementos, cevada, lúpulo e água, tendo como interveniente um fermento. Tradicionalmente, o termo malte designa única e precisamente a cevada germinada.

O malte pode substituir a cevada total ou parcialmente. A malandragem começa aqui. Com frequência, lê-se em rótulos de cervejas a expressão "cereais maltados" ou simplesmente "malte", dissimulando assim a natureza do ingrediente principal na composição da bebida.Com a aplicação desse termo a qualquer cereal germinado, a indústria cervejeira pode optar por cereais mais baratos, ocultando essa opção.O poder da indústria cervejeira no Brasil (lobby, tráfico de influência etc.) deve ser imenso.

Basta lembrar que convenceram as autoridades (in)competentes nacionais de que não estavam violentando normas que regulam a formação de monopólios ao agregar Brahma e Antártica -o que constituiria então cerca de 70% do consumo nacional- com o argumento de que só assim poderiam concorrer no mercado globalizado. Mas depois foram gostosamente absorvidas por uma multinacional do ramo, certamente uma forma sutil de realizar a concorrência prometida. E não foi tomada nenhuma providência. Aliás, sempre que aparecia no cenário uma empresa nascente que, pela qualidade, pudesse despertar no brasileiro uma eventual discriminação quanto ao sabor, era ela acuada por todos os meios possíveis e finalmente absorvida, e sua produção, reduzida ao mesmo nível da mediocridade dos produtos das duas gigantes.

Aparentemente, o receio era o de que a população cervejeira, ao ser exposta a diferentes e mais sofisticados exemplos, desenvolvesse algum bom gosto e, consequentemente, passasse a demandar cerveja de qualidade.A cerveja brasileira (com pequenas e honrosas exceções) é como pão de forma: mata a sede, mas não satisfaz o paladar exigente.

Para esclarecer a questão da má qualidade da cerveja brasileira, vamos fazer alguns cálculos.

A produção nacional de cevada tem ficado nos últimos anos entre 200 mil e 250 mil toneladas, das quais entre 60% e 80% são aproveitados pela indústria cervejeira. Essa produção agrícola tem sido suplementada por importação de quantidade equivalente. Em média, portanto, cerca de 400 mil toneladas de cevada são consumidas na indústria da cerveja no Brasil, presumindo-se que quase toda a importação tenha essa finalidade.O índice de conversão entre a cevada e o álcool é, em média, de 220 litros por tonelada. Como as cervejas brasileiras têm um teor de álcool de 5%, podemos concluir que seria necessário que houvesse pelo menos seis vezes a quantidade de cevada hoje disponível para a indústria nacional da cerveja. Portanto, a menos que um fenômeno semelhante àquele do "milagre da multiplicação dos pães" esteja ocorrendo, o álcool proveniente da cevada na cerveja brasileira representa cerca de 15% do total.

Há pouco mais de duas décadas foi publicado um relatório de uma tradicional instituição científica do Estado de São Paulo segundo o qual análises de cervejas brasileiras mostravam que um pouco menos que 50% do conteúdo da bebida era proveniente de milho (obviamente sem considerar a água contida).Como o índice de conversão de grão em álcool para o milho é 80% maior que para a cevada, podemos considerar que a conclusão do relatório em questão atua como álibi, pois satisfaria normas vigentes. Isso também explica a preferência dos produtores de cerveja pelo milho, pois os preços da tonelada dos dois cereais são aproximadamente os mesmos, apesar de consideráveis oscilações.Esses números permitem, todavia, concluir que o milho (e outros eventuais cereais que não a cevada) constitui, em peso, quase três quartos da matéria-prima da cerveja brasileira, revelando sua vocação para homogeneização e crescente vulgaridade.Outro determinante da baixa qualidade da cerveja brasileira é a adição de aditivos químicos para a conservação. O mal não está só nessa condição, mas na sua necessidade. O lúpulo em cervejas de qualidade, sejam "lagers", sejam "ales", é o componente responsável pela conservação -além, obviamente, de suas qualidades de paladar.

Depreende-se daí que os concentrados de lúpulo usados na cerveja brasileira são de baixa qualidade. O que é inexplicável e de lamentar, entretanto, é que as autoridades brasileiras, tão zelosas para com alimentos corriqueiros, sejam tão omissas quando se trata da bebida nacional mais popular e de maior consumo e permitam que o cidadão brasileiro beba gato por lebre.

 

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*ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE* , 78, físico, é professor emérito da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), presidente do Conselho de Administração da ABTLuS (Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron) e membro do Conselho Editorial da Folha .

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Encontro de Sócios da Acerva Paulista - São Carlos


Foto oficial - Era para todo mundo sair na foto...mas depois de 3 horas de encontro é missão impossível fazer isso  :)

Para fechar o excelente ano de 2009 da Acerva Paulista, no último sábado foi realizado mais um encontro de sócios. Desta vez em São Carlos, na sede da Kirchen, a digamos, nanocervejaria do nosso Boto, o Everton...cervejeiro artesanal há mais de 12 anos e um anfritião de primeira qualidade.
Pra variar foi um sábado excepcional, rever os velhos amigos, fazer novos amigo, muita cerveja artesanal, muitos petiscos...foi um encontro para fechar com chave de ouro 2009.
No cardápio de cervejas 10 on tap´s. E mais 7 tipos nas garrafas:
Na pressão tinhamos:
  1. Lama Zumbi - a última IPA dos Lamas feito com açúcar mascavo e 50 de IBU
  2. De Santi Imperial IPA - excelente cerveja, equilibradissima com  seus 90 de IBU
  3. McDuff Americam IPA 
  4. Pale Ale do Phil
  5. Kirchen Tripel
  6. Kirchen Pilsen - Dessa aqui só tinha 200 L
  7. Kirchen Pilsen "da casa" - Uma pilsen com um blend de maltes caramelizados e tal. Mais 200 L :)
  8. Stout da Cevada Pura
  9. Stout da Burgman , a nova cervejeria de Sorocaba e estreiando na Acerva Paulista
  10. Pilsen da Burgman. Muito boa essa pilsen, a notas de malte se destaquem muito, o que torna ela diferente de outras pilsens comerciais.

Parte das estrelas do dia - paredão de keg´s e posmix´s

Nas garrafas podemos apreciar a a saborosa wit bier do Daniel (e da Camila também ) de Campinas. A famosa dunkelweiss, a Eros, do Hugo de Jundaiai (fantastica) e diversas criações do Acílio, um cervejeiro de Campinas que esta nesse hobby desde de 1985.
Nesse Encontro tivemos a visita de um homebrewer da Italia, o Paulo, faz cerveja há 25 anos também, e nos proporcionou uma tarde agradável com suas histórias e dicas.  E ainda rolou sorteio para presentear os sócios com copos e camisas da Burgman. Valeu Eurico pelos presentes :)


Phil, Chico, FÚLVIO (FINALMENTE CONHECEMOS ELE!, essa foi a grande presença pra nós no encontro :) ), David, Paulo (homebrewer italiano), Boto (anfritrião) e Elso

Apesar das cervejas, um ponto merece destaque nesse encontro, a comida. Lambemos os beiços com tantas opções, típicas de botecos e bares.  Uma mesa farta com pães italianos, pastas, azeitonas, amendoins e tal era só a entradinha do que estava por vir. Diretamente do Bar do Italiano o fabuloso cordeiro marinado no vinho. Essa iguaria, que só pode ser degustada la no Bar do Italiano em Campinas, teve o nosso toque, foi aquecida na brasa, o que deixou com aquele gostinho de "rauch" muito bom que com o molho que acompanhada ele era de fazer virar os olhos.  Outro quitute que não durou nem 5 minutos, foram os famosos croquetes de carne com recheio de queijo Brie do Bar Brejas. Esse croquete foi aplaudido de pé...saiu tão rápido que esse que vos fala ficou a ver navios :). Diretamente de Minas Gerais: Pernil de Porco e conservas de limão (isso mesmo, limão) completaram a festa da Acerva que até onde eu sei varou madrugada a fora.


Elso mamando no fermentador do Boto


Mulheres no tricot :)


Fernanda (já aflorando o lado "mais loca que o batman"), David e Boto


Altas horas em "Gotan City" e os batmans aparecem. Fulvio e Daniel bricando um pouquinho.

Agora é esperar o próximo encontro em Santos...nas areias de Santos onde será brassada a primeira cerveja da Acerva Paulista...

MAIS FOTOS : CLIQUE AQUI

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Brassagem da Indica com Conrad Seidl



Para os grandes apreciadores das cervejas da Colorado nada como ter um sonho de um dia fabricar umas das grandes cervejas deles na propria fábrica, certo? Pois isso foi o que aconteceu no último sábado. Tivemos a honra de acompanhar todo o processo de fabricação da Indica, da moagem até a fermentação, e ainda participando do primeiro envase de outra leva de Indica nas novas garrafas de 310ml da Colorado. Resumindo, tomamos conta da fábrica. E de quebra tudo regado a muitas Colorados com churrasco o dia todo e ainda com a presença do figura do Conrad Seidl, jornalista e escritor austríaco especialista de cervejas e autor, dentre outros, do “Catecismo da Cerveja”.


Conrad Seidl com os Lamas


Lamas, Acervinha e o anfritião Marcelo Caneiro com as novas garrafinhas da Colorado.



Conrad e Marcelo colocando os rótulos das primeiras "Indicazinhas"


Cinco horas da manha e a saga começava, os Lamas partiram de Campinas rumo a Ribeirão Preto para começar cedo a brassagem. Chegamos na Colorado e fomos recebido pelo Laércio, ou Japonês, o cervejeiro da Colorado. De uma paciência imensa, ele nos apresentou todos os equipamentos e sempre estava lá tirando todas as nossas dúvidas que não foram poucas. Ver o processo de fabricação em uma fábrica é um tesão e só aumenta a nossa vontade de um dia ter algo parecido. E outra...vemos que trata-se de uma cerveja com alma artesanal, e mesmo em escala de produção ( 2000L por leva) todo o processo é artesanal e feito com muito cuidado e capricho.

9:00 h da manha a moagem dos maltes já estava no fim ( 500kg de malte) e lá estávamos nós tomando o nosso cafezinho, uma Demoseille para iniciar os trabalhos. Aos poucos os amigos da Acervinha RibeirãoPretana e da Acerva Paulista foram chegando e a festa começou a ficar animada, como sempre. Com essa turma não tem encontro que não fique animado.


Os Lamas na cozinha da colorado com o grande Japonês, o cervejeiro da Colorado.


Fim da moagem e inicio da mosturação.


Início da recirculação. Já nota-se a cor da cerveja


O mosto querendo iniciar a fervura.



Japonês "tacando" um dos lúpulos na Indica :).


Mosto "verdinho" por causa do lúpulo. O aroma estava espetacular nessa hora.


A grande estrela da Indica, a rapadura. O mosto estava fervendo a toda.


Derramou um pouquinho :)...não é so em casa que isso acontece.


Resfriando o mosto. de 100ºC a 20ºC instantaneamente. A mangueira vermelha vai direto para o fermentador.


Completando o fermentador de 4000L. Nesse ai já havia 2000L da brassagem de dia anterior. Todo o fermento já estava no fermentador.


Elso provando um pouquinho.



Limpando a cozinha.


Japonês, sempre sorrindo, dando um trato por dentro da panela.

Com a Indica já no fermentador. Hora de curtir, mais ainda, o churrasco e as cervejas...


Os Amigos da Acervinha RibeirãoPretana...o saco cinza na mão do Marcelo, era o saco do lúpulo usado na brassagem, só que nesse momento cheio de Indica...dry hopping in locus.


Acerva Paulista. Conseguiram ganhar até um bastão de carvalho do Marcelo Carneiro


Chopeira sempre cheias...para matar a sede dos cervejeiros


"Marta Rocha" a famosa caminhonete da Colorado. No volante "o sem habilitação" com a Fer, Lama agregada, na garupa :)


Marcos Estellita e Rodrigo Nikima com os Lamas. Anfitriões de primeira, eles nos fazem sentir em casa.



David, Conrad, Alex e Marcos

Foi um sábado memorável...não estaríamos exagerando em falar que foi o evento cervejeiro do ano de São Paulo. A recepção na Colorado foi excelente e o churrasco perfeito. O Conrad um cara bacana acessivel e divertido. O Marcelo, Marco e Nikima fizeram a gente se sentir em casa. E cabe aqui, novamente, um especial agradecimento ao Laercio, o grande cervejeiro da Colorado, pela sua paciência e atenção com todos que estavam curiosos em saber mais do processo.

Ao fim de brassagem da Indica...partimos para o Cervejarium, o bar da Colorado e continuamos a bagunça por lá.

Afonso filosofando com o Chico (copinho de Indica na mão) e o Magnus só analizando.

E para encerrar a noite com chave de ouro fomos tomar uma saideira no Empório Biergarten e para dar um abraço na Gabi :)...resumido : finalzinho de semana padrão :)

E para encerrar a postagem, uma frase que resume o espírito Lama que encontramos na sede da Colorado :


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A Missa - Schornstein chega a SP


Parte dos chopes da Schornstein - todos servidos em copos especificos.


A cervejaria catarenense Schornstein iniciou suas atividades em SP em novembro. Com uma nova planta em Holambra, capaz de produzir 40.000 L/mês lançou em Campinas-SP em conjunto com o Bar do Italiano um bar que digamos, é um bar conceito da Schornstein. O Bar do Italiano, continua o mesmo bar (em endereço novo, repaginado, mas com o mesmo cardápio e atendimento nota 10) , mas agora conta com 8 bicas de chope, sendo 6 exclusivas para os chopes da Schornstein, o pilsen não filtrado, pilsen, trigo, pale ale, bock e a menina dos olhos, a Imperial Stout. As outras duas bicas ficam por conta da Guinness e da Newcastle ou de uma ou outra Caseira que aparecer por lá.


Kit de degustação. Fantástico para quem não conhece.

Para quem não conhece a Schornstein, o Bar do Italiano oferece uma degustação de todos os "sabores" num charmoso conjunto de taças, e melhor....ainda esta gratuito.
Os Lamas foram lá para provar, claro, todos os chopes. Destaque para o Bock, avermelhado, bem forte, alcool equilibrado com o açúcar. A Imperial Stout é outro que merece destaque é servido numa taça muito bacana, que lembra taça de cognac, porém o preço não ajuda, R$ 9,9 para uma "dose" de uns 200ml. Cerveja bem escura, com tons de chocolate, bem forte e encorpada, é para ser degustada ao poucos, deixando esquentar na mão para o bouquet de aromas subir com a temperatura, muito boa cerveja. As pilsens estavam com diacetil muito pronunciado, o que mostra que ainda estão em ajustes na fabrica recem inaugurada. A Pale Ale, tem aroma destacada de caramelo, porém um pouco mais de lúpulo ia bem. A de trigo é uma boa representante do estilo.


Os Lamas e o Italiano numa bela mesa de frios para acompanhar os chopes. Valorizaram e muito os chopes.

Vale muito a pena conferir, e sem dúvida é mais uma opção que veio para ficar. E mais, todos os dias das 18:00 as 20:00 happy hour Schornstein, por R$ 22,00 você bebe a vontade todos os chopes (exceção para o Imperial Stout).


Todas as bicas do Bar do Italiano.


Informações:
www.bardoitaliano.com.br

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